29 de julho de 2011

Del Barbiere

29 de julho de 2011 5
Dia desses, a Camila, a Gabi e a Carol, colegas de trabalho, convidaram para almoçar no Del Barbiere, um bistrô que fica no Centro e eu já estava há tempos querendo conhecer, mas nunca tinha rolado.

O legal desse bistrô é que ele divide espaço com uma barbearia, que é do pai do chef do Del Barbieri. Inusitado, né!? Os ambientes são separados apenas por uma parede de vidro. Para ir ao banheiro, tem que entrar na barbearia.

O lugar é super pequenino e aconchegante. Mas por ter poucas mesas (umas cinco, acho), é preciso fazer reserva antes.

O esquema do Del Barbiere é assim: a cada dia da semana é servido um menu com entrada e prato principal, que se repete durante um mês inteiro. Esse menu que comemos, foi servido todas as segundas de julho e agora em agosto, será renovado.

Como entrada tinha um escondidinho de cogumelos divino. Se a porção fosse maior, eu ficaria tranquilamente satisfeita em almoçar isso. E a apresentação nessa panelinha é um detalhe que faz toda a diferença.

O prato principal do dia (e de todas as segundas de julho) era um espaguete com ragu de linguiça e parmegiano gaúcho. De comer se babando. Que o diga a minha blusinha branca nova :(

Uma das amigas, a Gabi, não come carne. Então no momento em que fizemos a reserva, por telefone, já avisamos esse detalhe e o espaguete dela foi adaptado.

De sobremesa, um copinho de branquinho com café e uma calda de frutas vermelhas. Do tamanho ideal para passar aquela vontade de comer um doce depois da refeição.

As gurias ainda arremataram com um café expresso, para garantir a energia durante a tarde de trabalho que estava por vir.

O valor do almoço, durante a semana, é 27 reais. Com bebida, sobremesa e tal y cosa, deu 39 por pessoa.

O Del Barbiere fica na rua Jerônimo Coelho, nº 188, no Centro de Porto Alegre.

26 de julho de 2011

Famiglia Gelain

26 de julho de 2011 3
Esses dias aprendi com os Destemperados a expressão chatarra loca. Eu e o Henrique praticamos seguido, somos super chegados num man vs. food, mas não conhecíamos por esse nome. Também não sabe o que significa chatarra? Dá uma olhadinha nesse post que fizemos noFamiglia Gelain, em Caxias do Sul, que vai entender.

Quando chegamos, a plaquinha de "fechado" tinha acabado de ser colocada na porta, mas mesmo assim fomos super bem recebidos. O atendimento foi realmente muito atencioso e simpático. E foi até bom termos chegado tarde, pois assim conseguimos tirar as fotos do ambiente sem incomodar o povo. Porque o movimento é forte, principalmente aos finais de semana.

Esse típico restaurante caxiense funciona assim: tu chega, senta e, em questão de minutos, a tua mesa se enche de comida. Quase falta espaço (na mesa e na pança) pra tanta coisa. Não é exagero, acredite.

O gringo do meu namorado pediu uma taça de vinho para se preparar pelo que vinha pela frente.

Vocês devem saber que nenhuma refeição na Serra é completa sem uma polenta na mesa. Claro que ela foi a primeira a chegar. Fritinha e com queijo ralado por cima. Ai, ai.

O radicci também tava lá, fazendo figuração. Até por que quem vai lá pra comer salada, hein? Se bem que, com bacon, a coisa muda de figura.

Eu adoro uma salada de batata simplezinha assim, sem aquele monte de tralha que algumas pessoas insistem em colocar. Mas confesso que quando começou a surgir aquele mundaréu de coisa boa na minha frente, eu esqueci a maionese rapidinho.

Daí veio ele, o queijinho frito, a vida em forma de fritura. Não sei porque raios não existe em nenhum lugar em Porto Alegre. Ou existe e eu não sei? Me avisem!

Tem tortéi? Tem sim, senhor. Recheado com moranga, esse tava de lamber os beiços.

O preferido, tanto por mim quanto pelo Henrique, foi o espaguete com bacon. Nada de molho, só temperinho verde e queijo ralado. Bom demais!

Como se tudo isso aí em cima não fosse o bastante, eles ainda servem milanesas...

... e uns bifões suculentos. E tudo naquele esquema de reposição infinita.

Mesmo depois dessa comilança, o Henrique não recusou o sagu com creme de sobremesa.

E o ogrinho ainda mandou ver num cafézinho na saída. Mas acho que depois disso tudo teria sido melhor um chá de boldo. Dali, é ir direto pra cama dar aquela sestiada. Qualquer, QUALQUER atividade fica impossível depois duma comilança desenfreada como essa.

O almoço ao estilo chatarra loca custou cerca de 80 reais. Achamos um pouco caro, mas considerando que toda essa comida só pára de ser reposta quando tu te entrega, vale a pena.

O Famiglia Gelain fica na rua Rodrigues Alves, nº 2638, no bairro Lurdes, em Caxias do Sul.

18 de julho de 2011

El Cuervo

18 de julho de 2011 6
Esses dias de noite a Isa inventou que precisava comer pastel. Não, ela não queria comer pastel, ela PRECISAVA. Tipo caso de vida ou morte (e melhor não contrariar, sabe como é...) Daí lembramos do El Cuervo, uma pastelaria que estava há horas na nossa listinha de must go mas que nunca surgia oportunidade de ir. Eis que surgiu!

O lugar é realmente bem pequeno e simples. Sem grandes mistérios. O atendimento é feito pelo proprietário, um simpático uruguaio que já mora aqui há alguns anos.

A decoração é simpática, com charges e frases nas paredes. Curtimos bastante essa frase aqui, olha:

Pra entrar no clima, pedi uma Patrícia. Long neck porque a minha namorada não me acompanha na cerveja. Vale dizer que estava ge-la-da!

Lembra que a Isa PRECISAVA de um pastel, senão ia morrer? Pois bem, quando viu no cardápio que tinha panchos, resolveu pedir um de queijo e chimichurri. Eu, hein!

Nota dez pros panchos, mas o negócio ali é o pastel. Eles têm um tamanho médio e são super sequinhos e bem recheados; acho difícil alguém comer mais do que três. Mas vai saber, né!?

Quando a Isa lembrou que se não comesse um pastel naquela noite, ia morrer, ela escolheu o Pastel Uruguay, com carne, ovo, passa, azeitona e chimichurri.

Eu provei um dos clássicos de lá também, o pastel El Cuervo, que vem com cebola, tomate seco, mussarela e chimichurri. Bah!

Um dos meus sabores preferidos vai ser sempre o de carne com ovo e azeitona. Esse é sempre uma boa pedida!

Pra encerrar, dividimos um sabor doce. Queríamos provar o de doce de leite uruguaio, mas que estava em falta no dia. Daí escolhemos o curioso "pastel de trufa". Tu escolhe o sabor da trufa que quer e eles enfiam o bombom dentro do pastel... o resultado é essa coisa linda aí debaixo. Nós fomos no de côco.

Cada pastel custa entre 3,50 e 5 reais. No final, a nossa conta deu 30 pilas.

O El Cuervo Pastel fica na Rua Cel. Bordini, 172, no bairro Auxiliadora, em Porto Alegre.

16 de julho de 2011

Concurso Espeto de Ouro

16 de julho de 2011 2
Semana passada rolou o tradicional churras da galera do escritório de contabilidade em que eu trabalho, lá em Flores da Cunha. Vazio, costela, coração, salsichão... tinha de tudo!

Além de carne, não faltou cerveja. Muitas! Ô galera que bebe!

O churras ficou tão bom que até indiquei o assador, o meu colega Ramón, pra se inscrever num concurso legal da LeBon que tá rolando, que vai escolher o melhor assador do Estado. É tri fácil: só entrar no site www.espetodeourolebon.com.br e postar uma foto do teu churrasco e dizer porque tu te considera o melhor assador do Rio Grande do Sul. E daí tem que chamar a tua galera pra votar afú na tua foto!

Depois, os 3 mais votados vão pra final, onde vão preparar um churras pruma turma de responsa, como o pessoal dos Destemperados, O Bairrista e o dono da famosa churrascaria Komka (que aliás, está na nossa listinha para conhecer há tempos).

Seguramente você tem um amigo, ou até tu mesmo ou teu pai que manda bem no churras. O vencedor, além do troféu "Espeto de Ouro", vai ganhar um carrinho gourmet e um baita kit de churrasco e diversos produtos da LeBon. Ô Ramón, se tu ganhar o churras é por tua conta!

Eles também fizeram um blog bala com dicas pra preparar bons churrascos (www.espetodeourolebon.com.br/blog). Ah, dá pra se inscrever na promoção até o dia 8 de agosto! Aproveita o finde pra tirar foto. E já sabe, se ganhar, me convida pro churras!

13 de julho de 2011

Le Chat Noir

13 de julho de 2011 3
Sábado a noite, dia de sair para conhecer um novo restaurante. O escolhido foi o francês Taverne Le Chat Noir, que fica num antigo casarão do bairro Menino Deus. Lá, na década de 1920, funcionava uma casa de tolerância, onde moravam mulheres muy amigas dos marinheiros que atracavam no porto. Daí a ligação com o "Le Chat Noir", o famoso cabaré parisiense do século 19.

Ao chegar, fomos recebidos pela Ana, que ao lado do seu marido, o francês Emmanuel, cuida pessoalmente do bistrot. Foi ela quem nos contou essas curiosidades sobre o casarão que pertence a sua família há 3 gerações. Nas paredes, fotografias e objetos que pertenceram ao avô de Ana, um dentista húngaro que morou no casarão.

Além do sobrado, há uma área externa com lareira e aquecedores. Foi nesse ambiente que nos sentamos e estava rolando um showzinho tranquilo de música ao vivo.

Para começar, o Hique pediu um chopp da Eisenbahn.

Eu fui na caipirinha de bergamota. A fruta foi colhida direto do pé, na nossa frente. A cachaça usada na bebida também é de fabricação própria.

A sopa do dia era um creme de moranga com gorgonzola; não pensei duas vezes e pedi uma para me aquecer. Bem leve e cremosa. Uma boa pedida para começar a noite.

O Henrique pediu uma saladinha. Quer dizer, um saladão, né!

O prato principal escolhido foi o Carbonnade Flamande, uma carne de panela cozida na cerveja e com especiarias à moda no norte da França, acompanhada por batatas noisettes. A carne toda se desfiando e bem temperadinha. Diliça! A porção é bem generosa, serve tranquilamente duas pessoas. A cerveja está muito presente nas receitas e na carta de bebidas do Le Chat Noir. Isso porque o Emmanuel é do norte da França, região que faz fronteira com a Bélgica. O sabor da cerveja no Carbonnade Flamande é bem suave, mas garante um toque todo especial.

Essa nossa noite francesa custou uns R$ 70. Très bien! O mais legal desse restaurante é que ele não tem aquelas típicas frescurinhas de bistrôs franceses. Por que quem foi que disse que pra ser gostoso precisa de muita firula?

Duas coisas que ficaram para a próxima: o licor de butiá e o petit-gateau. O butiá vem do próprio terreno do bistrô e a sobremesa de nome francês, dizem ser a especialidade da casa. Quem for lá, prova e nos conta se aprova.

A Taverne Le Chat Noir fica na rua Cel. André Belo, nº 433, no Menino Deus, em Porto Alegre.

11 de julho de 2011

Casa Vecchia

11 de julho de 2011 7
Eu e a Isa temos uma combinação: sempre que surge aquele impasse de que tipo de comida vamos jantar, optamos por ir em algum restaurante italiano. Porque, vai dizer, uma massinha sempre vai bem. Não tem erro. E a Casa Vecchia foi o escolhido da vez.

Essa tradicional casa italiana de Porto Alegre é famosa pelas massas, que são feitas lá mesmo. O ambiente é simples e bem família, sem muito mistério.

Como entrada, uns pãezinhos torrados com manteiga, berinjela, abobrinha e pimentão. Ah, nada demais. Mas sempre é válido.

Para ir esquentando as turbinas, um vinhoto é necessário. Pedi uma taça do vinho da casa, já que a Isa não me acompanha.

Tagliatelle à quatro estagioni foi o meu pedido. Com brócolis, abobrinha, cenoura e ervilha torta, é uma opção bem leve. Mas pra mim acabou nem sendo, porque como a porção para uma pessoa é imensa, tive que comer por três. Que ruim, hein!?

A Isa não pensou duas vezes e pediu o tortéi recheado com moranga, molho de tomate e catupiry, pois tinha ótimas recomendações. Ela só deixou UM mísero tortéi na travessa pra contar história.

Ficamos tão, mas tão cheios que não rolou pedir sobremesa. E olha que pra isso acontecer, é porque a comilança foi das boas. A conta deu cerca de 80 reais.

A Casa Vecchia fica na rua Auxiliadora, 176, no bairro Auxiliadora, em Porto Alegre.

 
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