29 de maio de 2011

Curso de Tapas Espanholas

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Sábado eu e o Henrique nos aventuramos numa coisa bem diferente pra nós: um curso de tapas, os famosos petiscos espanhóis. O curso de gastronomia espanhola, que é dividido em diversos módulos, é oferecido pelo Instituto Cervantes de Porto Alegre aos sábados.

É possível fazer todas as aulas ou escolher só aquela que te chama mais atenção. No nosso caso, foram as tapas. Não precisamos nem dizer que o nosso principal objetivo era provar as delícias que ao final são servidas, né?

O legal é que além de aprender a fazer algumas receitinhas fáceis (outras nem tanto), a gente aproveitou para desenferrujar o nosso espanhol, já que a aula foi ministrada por uma legítima madrileña, Ángeles Vas. O bloquinho voltou cheio de novas palavras :)

A primeira lição passada pela Ángeles foi que na cozinha espanhola não se usa óleo comum em nenhuma receita; apenas azeite de oliva. Para frituras, eles usam um azeite de oliva refinado (como o da foto abaixo), mas que não é vendido no Brasil. O azeite de oliva que temos em casa não deve ser usado para cozinhar, pois passando de uma determinada temperatura (ops, não anotei qual), ele se torna prejudicial à saúde.

Durante a aula de cerca de 3h, aprendemos a fazer umas dez receitas de tapas. A que mais gostei foi a huevos rellenos de atún.

Outros dois pratos usavam batatas: patatas bravas e tortilla de patatas.

A tortilla é tipo um omeletão de batata. O único trabalhoso é que as batatas usadas devem ser fritas antes de serem misturadas aos ovos na frigideira. Para os mais preguiçosos e menos habilidosos (aê!), a dica é usar batatas tipo ruffles. Sim! Deixando por alguns minutos de molho junto com os ovos, elas amolecem e garantem um resultado bem parecido com o original. Vamos testar!

Essa empanada de massa folhada com atum ficou uma delícia!

De frutos do mar, aprendemos a fazer calamares a la romana e gambas al horno. Nessa parte eu nem prestei muita atenção, já que esses bichinhos não me atraem nem um pouco. O Henrique adorou e se lambuzou comendo no final.

A mais prática de fazer é a pan tomaca, uma tapa de origem catalã. Essa, com jamón, tava de lamber os beiços. A dica da espanhola radicada no Brasil é comprar o jamón serrano na banca 38 do Mercado Público e pedir para cortar em fatias bem finas e embalar separadas.

Outra receitinha com o delicioso presunto cru é o melón con jamón. Bastante servido em coquetéis, tem uma mistura "mucho loca" de sabores. Quando formos tentar em casa, apenas vamos cortar as fatias de melão um pouco menores...

Se você se interessou no curso, anote as datas: no próximo sábado, dia 4 de junho, será a vez do cocido de garbanzos (grão de bico), com Denis Escudero. E no dia 11 de junho haverá uma sessão extra da aula de paellas, com Ángeles Vas. Cada aula tem o valor de R$ 70, que inclui a degustação dos pratos ao final, acompanhado de vinho. Como manda a tradição!

Para mais informações ou matrícula, escreva para informapalegre@cervantes.es ou ligue (51) 3330-9452. O Instituto Cervantes fica na rua João Caetano, nº 285, em Porto Alegre.

27 de maio de 2011

Damask

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Um dos últimos encontrinhos com as amigas do coração foi no Damask, um bar/restaurante árabe, que fica na Cidade Baixa. Eu aproveitei e levei a máquina para, entre uma fofoca e outra, tirar algumas fotinhos pro Temo Fome.

O Damask fica num sobrado. A decoração é simples; quadros, panos e escritos em árabe decoram as paredes dos ambientes.

foto do site

Resolvemos pedir várias porçõezinhas, para poder provar um pouco de cada coisa. E já que estávamos num restaurante árabe, não podia faltar ele, o quibe. Esse era frito. Cru, jamais!

Também pedimos uma porção de falafel, os tradicionais bolinhos vegetarianos feitos de grão de bico. Gostosinho.

As gurias pediram, ainda, a salada shanklish, que vai pepino, tomate, cebola, queijo e molho de iogurte.

Para acompanhar, pão árabe. Com as pastinhas abaixo fica tri bom!

E as pastinhas babaganush, feita à base de beringela

e homus, pasta de grão de bico e gergelim. Deliciosas! Esta de grão de bico é mais suave, enquanto a de beringela tem um sabor mais marcante.

No fim, repetimos todas essas porções. A conta deu cerca de R$ 30 por pessoa (estávamos em 6 gurias). Arebaba! Achei meio carinho, mas como tudo estava delicioso e o atendimento foi ótimo, acabou valendo a pena!

O Damask fica na rua Sofia Veloso, nº 61, no bairro Cidade Baixa, em Porto Alegre.

23 de maio de 2011

Taverna Monte Polino

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O friozinho vem chegando e, com ele, o apetite vai aumentando. E quando se quer comer bem, qual o primeiro tipo de restaurante que vem à cabeça? Italiano, né? Na nossa, pelo menos, comida italiana está super associada à pança cheia. E lá fomos nós (e a nossa companheira fiel, a fome) conhecer a Taverna Monte Polino.

É um restaurante realmente bem simples. A fachada chega a ser até feiosa. Confesso que fiquei meio receosa quando chegamos lá, mas ao entrar me senti super à vontade naquele clima de cantina italiana. Tem toda a cara de restaurante pra ir almoçar com a família no domingo.

As dezenas de réstias de alho e cebola decoram o ambiente. Elas estão penduradas por toda a casa e dão aquele ar de colônia ao restaurante.

Como entradinha, nos foi servido pão, manteiga, pepino e azeitonas pretas. Ainda bem, porque os pratos demoraram um pouquinho para chegar...

A refeição do Henrique foi acompanhada por uma garrafa de vinho da casa.

Agora me diz, tem alguma coisa melhor no inverno do que sopa? Tomei essa deliciosa de capeletti (o Henris fala agnolini). Tava bem salgadinha, como eu gosto.

Foi a minha primeira sopa da temporada de inverno \o/

Como prato principal, provei o spaghetti com molho de carne de panela. Quando eu voltar lá, vou repetir o pedido. Nem faço questão de provar outros pratos. Já é o meu preferido!

Já que eu pedi uma massa, o Henrique escolheu uma carne, para podermos fazer uma troca de garfadas. Ele comeu um filé à parmeggiana.

O prato veio acompanhado de uma porção de arroz.

Dá só uma olhada na espessura do filézão e na quantidade de queijo!

Não sei por que, mas o Henrique sempre fica meio tristonho depois das refeições...

O almoço italianíssimo nos custo cerca de R$ 80. Preço mais do que justo por toda essa comilança de primeira.

A Taverna Monte Polino fica na rua Barão do Gravataí, nº 531, no bairro Cidade Baixa, em Porto Alegre.

15 de maio de 2011

Excalibur Forneria

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Esses dias ouvimos falar de uma nova pizzaria em Porto Alegre, ambientada na era medieval e inspirada na lenda dos cavaleiros da távola redonda. Curiosos que somos, achamos que a última sexta-feira 13 era um dia propício para conhecer a Excalibur Forneria.

Os ambientes são todos aterrorizantes, escuros e com muitas pedras, ferros, espadas, correntes e...


















... ossadas! Uma brincadeira, claro, para deixar o lugar com clima de Idade Média.

Tudo é preparado em uma cozinha aberta, de onde é possível ver as pizzas saindo quentinhas do forno à lenha direto para as mesas.

A pizza tem um único tamanho; são 12 fatias e até quatro sabores. Escolhemos três sabores salgados: Excalibur (tomate seco, rúcula e mussarela de búfala), Gênova (salamito picante e azeitonas pretas) e Bosque (brócolis, palmito e ricota); e ainda um sabor doce, a Donzela (chocolate branco com nozes).

A massa da pizza é fina e sequinha, e eles não regulam nos ingredientes! Dos sabores que provamos, a Excalibur foi o que mais gostamos. A Gênova estava ótima também, mas o salamito era realmente muito picante. Pra quem gosta de fortes emoções, é uma boa pedida! Já a Bosque é uma combinações de sabores leves.

O sabor doce que escolhemos foi aprovadíssimo! O chocolate branco não era enjoativo e, com as nozes, ficou bem suave.

Depois de matar a fome, a Isa ficou pronta para combater a infantaria pesada com... uma faca.

O valor da conta, incluindo a pizza e dois refrigerantes, também foi um pouco assustador: R$ 80. Está mais para o clero do que para servos como nós :P

A Excalibur Forneria fica na rua Desembargador Esperidião de Lima Medeiros, nº 238, no bairro Três Figueiras, em Porto Alegre. Essa rua fica atrás da Nilo Peçanha, perto do Sushi by Cléber.

13 de maio de 2011

Divina Pasta

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Final de semana passado saímos de casa rumo a Zona Sul de Porto Alegre. A nossa ideia era almoçar no Machry, mas estava tão cheio e a fome era tanta que desistimos. Eis que, meio perdidos por aquelas bandas da cidade, encontramos um lugarzinho que logo de cara nos chamou a atenção: Divina Pasta. Nunca tínhamos ouvido falar, mas mesmo assim resolver arriscar... e nos demos super bem!

O restaurante é bem pequenino e aconchegante. São dois ambientes: um corredor e o salão principal.


















A iluminação natural deixa o lugar bem alegre.

De entrada, como não podia ser diferente, pedimos uma cestinha de pães. Aquele integral ali estava uma coisa de tão bom! Todos quentinhos, recém saídos do forno. Ai, ai!

Para acompanhar os pães, quatro tipos de pastinhas: sardella,manteiga, uma de beringela e outra de tomates secos com azeitona.

No embalo, o Henrique experimentou uma cerveja chamada Paulistânia.

Eu, claro, fui de nhoque ao sugo. Sempre será o meu prato preferido Simples e saboroso.

Já o Henrique, no oposto da minha simplicidade, escolheu o incrementado tagliatelle à la putanesca, com anchova, alcaparra, tomate, alho e azeitona.

Foi a primeira vez nesse um ano de blog que o Henrique não deu conta de um prato! A porção era imensamente bem servida!

O total desse almoço deu cerca de R$ 80. Foi uma ótima surpresa. Com certeza voltaremos mais vezes à Zona Sul.

O Divina Pasta fica na rua Landel de Moura, nº 551, no bairro Tristeza, zona sul de Porto Alegre.

 
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