28 de outubro de 2010

Temo Fome na cozinha

28 de outubro de 2010 5
Comidinha da mamis tem o seu valor, não é? A minha mãe resolveu compartilhar uma receitinha simples e gostosa de risoto com o Temo Fome. Espero que gostem :)

"Acompanho o blog da Isadora e do Henrique desde sua criação e hoje resolvi colaborar. Vou postar uma receitinha básica do risoto de filé mignon e cogumelos que fiz ontem, para o jantar. Havia chegado do trabalho um tanto estressada e, para me acalmar, resolvi cozinhar para a família. Optei por um risoto pelo fato de já ter todos os ingredientes em casa.

Usei alguns cogumelos do tipo parisiense, que são ricos em proteinas e vitaminas. Atenção meninos e meninas: na foto abaixo os cogumelos ainda não estão higienizados – a lavagem deve ser feita com bastante água corrente e a secagem eu costumo fazer com papel toalha.

Usei, também, um tornedo de filé mignon com aproximadamente 150 gramas.

Uma xícara e meia de arroz rende o suficiente para 4 pessoas "normais”. Usei o do tipo arborio.

Um copo de vinho branco seco garante um toque especial ao tempero.

Vamos ao preparo: refogue o arroz com um pouco de azeite, cebola e alho picadinhos.

Depois de cortar o filé em tiras, doure-o juntamente com os cogumelos e um pouco de azeite de oliva.

Ao arroz já frito, adicione o vinho e deixe evaporar. Acrescente o filé mignon já refogado juntamente com o cogumelo. Some mais água, aos poucos, na medida do necessário, até o arroz ficar no ponto ideal (al dente). Este processo leva cerca de 8 minutos.

No último instante, adiocione um porção de manteiga, mexa um pouco desligue o fogo e deixe a panela fechada por cerca de 10 minutos.

E, finalmente, é hora de provar.

Enquanto cozinhava, abri uma garrafa de vinho branco e degustei algumas taças bem geladinhas. Essa é uma bela desculpa para beber em plena semana, não é mesmo?

Bom apetite!"

Por Lenira Santos

21 de outubro de 2010

Suzanne Marie

21 de outubro de 2010 4
Um restaurante pode ser requintado e simples ao mesmo tempo. Se ficou em dúvida de como isso é possível, visite o Suzanne Marie. Depois nos conte se não saiu de lá com estas duas impressões que, a princípio, são opostas.

A casa tem diversos ambientes, todos muito bem decorados e aconchegantes. O primeiro andar da casa tem uma ambientação de muito bom gosto e que remete à região de Provence. Na decoração, objetos de Suzanne, a avó da chef Julia - proprietária do restaurante - dão um toque francês. Nós nos sentamos na área extrerna, que estava mais tranquila que o restante do restaurante, naquele sábado de muito movimento.

Neste jardim, há ainda um lounge com sofás.

Outro canto legal é a adega, que fica no subsolo. Tem um clima diferente do restante da casa, mas é igualmente aconchegante.

A chef Julia, dona do restaurante, é quem comanda o buffet e atende pessoalmente tantos clientes quanto consegue. Fica saracoteando pra lá e pra cá, de avental. Super atenciosa, fez questão de nos explicar cada prato. Levamos muito em consideração o atendimento oferecido nos lugares que vamos. No Suzanne Marie, toda a equipe sabe da importância deste aspecto e manda muito bem!

O buffet de saladas é bem rico, com diversos legumes, verduras e frutas, tudo bem fresco e de ótima qualidade.

Tamanha variedade me inspirou a montar esse belo prato. Fiquei até orgulhoso de tão saudável.

No buffet de pratos quentes, os tradicionais arroz e feijão estavam lá marcando presença. O sistema do restaurante é a quilo, com um preço um pouco acima de média.

Além das do escalope de filé e peixe, outras três opções de pratos quentes são oferecidos. Tudo é inspirado na gastronomia do sul da França. As opções variam conforme o dia.

Aqui está o prato que a Isa montou: escalope de filé (super macio!), arroz, purê de mandioquinha com alho poró, trouxinha de berinjela e queijo brie e a farofa que ela nunca dispensa. A única diferença para o meu prato foi que escolhi o peixe em vez do filé.

Pra beber, pedimos dois sucos naturais; de laranja e de tangerina.

As sobremesas ficam expostas no balcão ao lado da balança. A chef Julia explica receita por receita aos clientes, que ficam babando diante de tantas opções saborosas. A Isa escolheu este bolinho quente com recheio de goiaba e calda de chocolate.

E eu fui nesta tartelette de morango com calda de chocolate.

Gastamos, no total, R$ 60 reais. Pelos nossos cálculos, foram as sobremesas que deixaram a conta mais rechonchuda. E nós também.

O restaurante Suzanne Marie fica na rua Tobías da Silva, nº 304, no bairro Moinhos de Vento.

12 de outubro de 2010

Ostradamus

12 de outubro de 2010 5
Um dia nublado na praia te dá duas opções. Uma delas é dormir e a outra, comer. Como, na nossa lista, comer vem antes de dormir, resolvemos sair para conhecer a praia famosa pelos restaurantes que servem ostras à beira do mar: Ribeirão da Ilha, ao sul de Florianópolis. Demos uma volta pela simpática praia de colonização portuguesa e, assim que avistamos o trapiche do Ostradamus, decidimos que ali ficaríamos!

Por fora, não se dá muito pelo restaurante. Não se dá nada, na verdade...

... mas, por dentro, é lindo, lindo! Tem a área interna, toda decorada com motivos náuticos,

e um trapiche com vista para o mar (e para as lanchas passando ao lado). Incrível! Ficaríamos fácil por mais algumas horas ali, mas nos solidarizamos com a gigante fila de espera que se formou naquele domingo.

Para o Henrique, que é super chegado em frutos do mar, foi bem difícil escolher o prato.

Ainda bem que no Ribeirão "as coisa são feita com calma"...

Para entrar nesse clima de tranquilidade, tomamos suco natural de laranja e limonada.

Os garçons, que são extremamente atenciosos e prestativos, usam umas roupinhas de marinheiro, o que dá ainda mais charme ao lugar.

Para começar, o Henrique pediu meia dúzia de ostras com gengibre, vinho, mel e azeite de oliva. Ele adorou! O Ostradamus oferece a única ostra depurada de todo o país. Isso significa que as ostras servidas lá são bem limpinhas, pois passam por um processo de filtragem com a própria água do mar.

Como prato principal, ele escolheu a Canoada, uma receita a base de arroz, polvo defumado, ostras, champignon, molho de ostras e mini milho. Pouco arroz e muuuuitos frutos do mar.

Agora, me diz: quem é o "istepô" que vai até um restaurante desses e come nuggets e batata sorriso? Eu :) Não que eu sinta orgulho disso, mas era a unica opção do cardápio que não tinha frutos do mar.

Para dar um gostinho extra a este meu prato feito para paladar infantil, só mesmo com muita pimenta; a istepôzinha.

O Ostradamus é um lugar legal para ir sem compromisso, pois merece ter cada um dos seus cantinhos curtido. É de encher os olhos (e o estômago).

Mas um aviso aos navegantes: é preciso gostar de frutos do mar.

Esse nosso almoço praticamente em alto mar nos custou exatos R$ 100. Vamos ver o lado bom de eu não comer ostras... se eu comesse, daria bem mais caro!

O Ostradamus fica na Rodovia Baldicero Filomeno, nº 7640, no Ribeirão da Ilha, em Florianópolis (SC).

3 de outubro de 2010

Atelier de Massas

3 de outubro de 2010 12
Se existe um lugar certo para comer massa em Porto Alegre, esse lugar é o Atelier de Massas. Este peculiar restaurante no Centro de Porto Alegre já denuncia, em sua fachada, a intimidade com o mundo das artes. Metade restaurante, metade galeria de arte; totalmente delicioso.

Um dos rituais que faz parte de uma ida ao Atelier é a fila de espera. Nunca fomos lá sem ter que esperar por alguns longos minutos até desocupar uma mesa. A espera é ainda maior quando se está em um grupo maior. Portanto, vá preparado.

O ambiente é super colorido. Nas paredes, pinturas de autoria do proprietário, o artista plástico Gelson Radaelli, e de mais outros tantos artistas gaúchos. Não há um cantinho sequer sem alguma obra.

foto de Henrique Amaral

Uma das coisas que chama a atenção logo na entrada, é o farto buffet de antepasti. É de tontear de tanta opção. Mas fique atento e não caia de bobagem de encher o seu pratinho de queijos e salames! Como essa parte é cobrada por peso, um simples pratinho pode custar mais caro do que você imagina... Guarde-se para as massas!

Esse foi o pratinho de antepasto montado pelo Henrique.

Eu fiz um esforço para não repetir o meu pedido de sempre (os maravilhosos tortéis com molho de queijo) e fui no fettuccine à forestier. A massa é super larga, e vem com um molho a base de creme de leite, vinho tinto, molho bechamel e inglês, iscas de filé, ervilhas e pimenta. Deus do céu! Minha única observação é que o prato não veio muito quente. Não que estivesse frio, mas não veio assim saindo fumacinha, sabem?

O Henrique custou para se decidir diante de tantas opções saborosas e acabou optando pelo spaghetti à Pavarotti, com um molho a base de tomates frescos, manjericão e cogumelos. Todas as massas são caseiras e os molhos super difrentes são criados pelo proprietário. São diversas opções e a maioria bem fora do convencional.

Tomamos um suco de uva integral bem gostoso (só pra fingir que estávamos tomando vinho).

Essa refeição custou cerca de R$ 70,00.

O Atelier de Massas fica na Riachuelo, nº 1482, no Centro de Porto Alegre. Não tem estacionamento próprio, mas tem convênio com uma garagem próxima, na rua Marechal Floriano, bem na frente da entrada do Zaffari. O restaurante abre de segunda à sábado, tanto no almoço, quanto no jantar.

 
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