31 de maio de 2010

Pueblo

31 de maio de 2010 8
Um casal de amigos de Flores da Cunha estava em Porto Alegre no final de semana e combinamos de sair juntos para jantar. Aonde levá-los? Eles queriam algum lugar diferente do habitual (polenta+salame) e, de cara, eu e o Henrique pensamos no restaurante mexicano Pueblo. Ay caramba!

essa foto da entrada pegamos no site deles

Além da comida ser ótima, o lugar é super agradável para estar com amigos. O único inconveniente é aquela clássica fila de espera na entrada... ficamos ali quase uma hora. Mas ok, sempre vale a pena!

Entramos e ainda ficamos um tempo sentados no balcão até que desocupasse uma mesa para nós. Pelo menos ali já dava para ir tomando algo... O balcão tem vista pra essa janelinha mexicana. Uma coisa meio "día de muertos".


As guapas começaram de margarita frozen. Uma de limão e a outra de morango. No início, parece inofensiva, mas quando chega no fim (e isso demooora!), dá pra sentir a mão meio molenga. Arriba!



















Os muchachos foram (má foooooram!) de cerveza Corona.

Como já tinha se passado um tempão e a fome tava apertando, pedimos uns nachos para ir enganando o estômago. Esses nachos texanos são com chilli (feijão com carne) e queijo cheddar. São bons, mas o cheiro de pano molhado que tem o chilli me incomoda um pouco...

Enfim fomos para a mesa! Pedimos as tais fajitas, que são algumas tortillas e um monte de “apetrechos” para montar tacos e burritos ao gosto do freguês. Dá para escolher até quatro tipos de carne. Nós pedimos filé, machaca (carne de panela), lingüiça calabresa e frango. Elas vêm numa chapa com cebola e pimentões. Fora isso, vem queijo, feijão, alface, tomate, arroz (esse não entendi pra quê), guacamole, nata e salsa rancheira. De lamber os beiços! No cardápio diz que essas fajitas servem duas pessoas, mas comemos em quatro, com direito a sair embuchado e tudo.

Ir num restaurante mexicano e não experimentar todos os tipos de pimenta não dá, né? A mais forte é a Murupi, mais amarelada. Essa, só para provar mesmo... Já na de Cheiro, dá pra ir sem medo. Quer dizer... nem tanto.

A conta deu R$ 180 para quatro pessoas. Talvez não desse tanto se a gente não tivesse tomado as margaritas fronzen. Custa R$ 16 cada. Mas ah, de vez em quando a gente merece! Tava tudo muito bom, tudo muito bem. Mas infelizmente a história não acabou aqui, e sim na Delegacia de Polícia.

Ao chegarmos perto do carro dos nossos amigos, notamos que um dos vidros estava quebrado. Pois é, fazia algumas poucas horas que eles estavam em Porto Alegre e foram roubados. Uma droga! Mas fica a dica, o restaurante possui o serviço de manobrista, pelo valor de R$ 10. Não vale a pena arriscar (e querer poupar 10 pilas) e estacionar na rua. Aquela zona do bairro Petrópolis é perigosa. Aliás, toda a cidade é...

O Pueblo fica na Avenida Ijuí, 147.

29 de maio de 2010

Casa de la Madre

29 de maio de 2010 6
Sábado ao meio dia. Aonde vamos almoçar? Ah, eu tava a fim de comer em casa, comidinha de mãe, sabe? Ih, mas hoje não vai ter almoço aqui em casa... vamos ter que comer na rua mesmo! Após esse diálogo, saímos a procura de algum restaurante. E quando se quer achar um lugar novo, para onde se vai? Para o bairro Moinhos, é claro. Estacionamos o carro numa rua qualquer e fomos caminhar. Passamos em frente a uma casa roxinha. Uma placa dizia Casa de la Madre. Vamos entrar para ver?


Meus olhos brilharam. Que lugar lindinho e aconchegante! Vamos sentar aqui. Não, ali. Ai meu Deus, tem uma lojinha ali no fundo. Olha aquilo! Que amor! Vem aqui! Olha isso! São tantos detalhes e cantinhos fofos que tu não sabe para onde olhar.


Aos fundos, tem um pátio com mesinhas super charmosas. Mas como o dia estava meio chuvoso, acabamos sentando dentro da casa.




















Depois de tontear o Henrique, sentamos. A garçonete, muito simpática, nos explicou que o buffet de saladas era livre e que, a cada dia, eles oferecem uma opção de prato quente. No buffet, só coisinhas saudáveis e inspiradas na culinária vegetariana. Muito verde, grãos, suflês, quiches, pestos e sopas...


Olha o prato do Henrique que colorido! Mamis ficaria orgulhosa :)


O prato quente do dia era nhoque com molho de queijo. “Pouco bom, né”, como diriam os gringos de Flores da Cunha.


Para seguir nesse clima natureba, pedimos suco de amora com morango. Ó eu me babando aí, gente.


De sobremesa, o Henrique foi de saladinha de frutas.


Mas quando ele viu o meu mini cheesecake de framboesa, não se aguentou e pediu um copinho de negrinho.


Depois de almoçar, demos uma voltinha pela loja que tem nos fundos. Cada coisinha linda...


O buffet livre custa 15,90 e o buffet livre + prato quente do dia, é R$ 18,90. Um preço legal e a certeza de que esse almocinho não poderia ter mais gostinho de casa de mãe!

A Casa de la Madre fica na Tobias da Silva, 139, no Moinhos de Vento, em Porto Alegre.

27 de maio de 2010

Saúde no Copo

27 de maio de 2010 11
Tem coisa melhor do que se alimentar de maneira saudável? Tem! Comer coisas saudáveis E gostosas. Essa é a ideia do Saúde no Copo, oferecer um menu 100% natural e 110% saboroso. Os sucos e os smoothies são as especialidades da casa (reconhecido há 8 anos pelo guia Veja Comer & Beber como os melhores sucos da cidade), mas os sanduíches e wraps não deixam nada a desejar.


Lá estávamos nós, loucos de fome, sentados em uma das mesas externas, admirando um belo e agradável dia de sol e a confusão da rótula da Encol (sinaleira ali, urgente!). E aí está a Isa, segurando o seu cartão-fidelidade. Depois de ganhar seis carimbos, ele te dá direito a um bauru de frango... já temos três carimbadas! O meu pedido foi uma torrada de pão sírio, com peito de peru defumado, mussarela, tomate e orégano. Delícia dos Deuses Naturais! Pra acompanhar, Smoothie Campeão, o carro-chefe do Saúde no Copo. Ele é feito de abacaxi, banana e morango. Na verdade, esse meu pedido era um combo, torrada + smothie.

A Isa foi (e sempre vai) de wrap de frango, com alface americana, cenoura e uma pasta de açafrão que dá um toque todo especial.

Para tomar, smoothie de frutas vermelhas. Admito que depois de provar o smoothie dela, o meu Campeão virou vice-campeão...

Pra fechar em grande estilo e dar aquela arrematada final, dividimos um açaí na tigela como sobremesa.
Essa refeição super saudável nos custou R$ 31,00. Leve pro bolso e pra pança.

Além do Saúde no Copo da rótula da Encol, tem também um na praça Ivo Rizzo, no Moinhos de Vento, que também é cinco estrelas!

24 de maio de 2010

Café Bonobo

24 de maio de 2010 7
Dia desses fiquei sabendo, pela internet, de um café vegano e ecológico no Bonfim, em Porto Alegre. Fiquei curiosa e convidei o Henrique para um lanchinho (que acabou virando uma janta) saudável. Ele ficou meio assim, mas aceitou. Lá fomos nós ao Bonobo. Tocamos a campainha (acho super engraçado lugares em que tu tens que tocar a campainha para entrar) e fomos recepcionados pelos próprios donos, um jovem casal.


A proposta desse Café é mostrar como pode ser possível comer bem sem agredir o meio ambiente e os animais. Taí uma verdade! Tudo lá é 100% livre de conservantes, aromatizantes, corantes, transgênicos e elaborado, sempre que possível, com ingredientes orgânicos ou agroecológicos. Além disso, o ambiente é todo decorado com móveis reciclados e reformados e a iluminação é com lâmpadas de LEDs.


A primeira coisa que me chamou a atenção no cardápio (que na verdade é uma parede), foi "pinhão". Simplesmente amo! Então manda aí uma porção de pinhão enquanto a gente decide o que vai pedir. Como os preços são todos bem camaradas, a gente acabou se empolgando e tornando aquele nosso lanchinho de fim de tarde uma verdadeira refeição. Eu pedi uma cumbuquinha de sopa de lentilha e o Henrique foi de bruschetta de tomate e manjericão fresco. Simples e saboroso.


Depois pedi uma torrada de pão integral orgânico, recheado com creme de aipim, tomate e orégano. Tão grande que tive que dividir com o namors.


Como é tudo preparado pelos próprios donos, talvez demore um pouquinho... Mas vale a pena! Enquanto espera, dá para se distrair com jogos de tabuleiro, disponíveis na Ludoteca. Tem, também, uma micro-biblioteca.


Uma coisa legal do Café Bonobo é que eles não servem nem refri e nem água mineral, isso para não gerar lixo com as embalagens descartáveis. Eles oferecem água filtrada, for free. Cerveja, lá, só artesanal. Nós fomos de suco natural de maçã. Uma delícia!

Mas o melhor ainda estava por vir. Para fechar com chave de ouro, dividimos o tal do brownie com sorvete de cacau e avelã. O sorvete é feito por eles, sem adição de gordura. Deus do céu, tá entre os melhores doces que comemos nos últimos tempos. Doce sem ser doce demais, sabe? Esse brownie nos faria voltar lá, com certeza!


Depois de toda essa comilança vegana, sabe quanto deu a conta? Trinta pilinhas. Bom, né?

O Café Bonobo fica na Castro Alves, 101, esquina com a Felipe Camarão. Se a bicicleta é o seu meio de transporte, eles têm bicicletário na calçada.

22 de maio de 2010

Constantino

22 de maio de 2010 5
Para um jantar romântico, poucos lugares em Porto Alegre são mais especiais que o Constantino. O restaurante fica num casarão no bairro Moinhos de Ventos e todos os cômodos e espaços são ocupados com mesas. São diversos ambientes, um mais bem decorado do que o outro; o difícil era escolher onde sentar... Como fazia uma noite de temperatura bem agradável, optamos por sentar no jardim de inverno, que fica aos fundos da casa. Incrível! Velinhas, árvores entre as mesa... Humm!


Pena que através das nossas fotos a gente não consegue mostrar o quão lindo é o lugar. A iluminação não permitiu que a gente tirasse fotos melhores... Por isso, para ver os ambientes, entre no site do Constantino. Ou, melhor, vá ao Constantino!

Para entrar no clima, nada melhor do que começar com um clericot de vinho branco. De-lí-cia. Passei a noite disputando com o Henrique os pedacinhos de maçã.

(no final da jarra eu já tava comendo uva pensando que era abacaxi)

Para abrir o apetite, pedimos, de entrada, carpaccio de berinjela, acompanhado de tomate picado e focaccia de alecrim (um pãozinho fino e macio). Bem gostoso. Com um fio de azeite e uma pitada de pimenta, fica ainda melhor. Nos deixou com mais vontade de saber o que viria pela frente.


O Henrique, que estava varado de fome, pediu um prato bem incrementado: salmão ao molho de laranja e pimenta verde com purê de mandioquinha. Chique o menino, não? Ele gostou, achou bem exótica a mistura do doce da laranja com o salgado do peixe. Eu já não sou muito dessas misturebas de sabores... O meu pedido foi uma panelinha de cogumelos com alho-poró. Bem saboroso e leve, isso sem falar que a panelinha vermelha é um charme! Se eu estivesse com mais fome, daria para pedir outro prato depois, tranquilamente. Mas, né, não tô podendo muito, então fiquei só na panelinha. Ó o salmão dele:



Olha que fófis a minha panelinha. Queria levar pra casa pra fazer comidinha pra Barbie :)


A sobremesa também ficou para a próxima (vou contar: o Henrique vetou e me mandou comer uma colherada de Nescau quando chegasse em casa. Oi, vida real).

Esse jantar saiu por R$ 120. Analisando o custo-benefício, vale muito a pena! Tanto pela ótima comida servida e pelo bom atendimento quanto pelo ambiente exclusivo.

O Constantino fica na Rua Fernando Gomes, 44, no Bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre.

16 de maio de 2010

Boteco 13

16 de maio de 2010 12
Para completar o nosso finde gastronômico, no sábado subimos a serra para comemorar o aniversário de uma amiga, no Boteco 13. Queríamos ir lá há algum tempo; finalmente chegou a hora. O bar fica no Moinho da Estação, uma antiga estação de trem em Caxias do Sul. Lá estão concentrados alguns dos melhores bares e restaurantes da cidade.


Quando chegamos, por volta das 21h, o clima ainda era bem de “boteco”. Uma banda tocava samba (e não pagode) e as mesas estavam cheias. Sentamos no mezanino, de onde ficamos curtindo o movimento. Lá, uma das paredes é um quadro negro gigante, onde é possível deixar mensagens.

Eu, louco por um bolinho de bacalhau, nem bem coloquei os pés lá e já fui fazendo meu pedido. Os bolinhos estavam bem bons, crocantes e sequinhos. E dá-lhe chopp pra entrar de cabeça no clima "botecão"! Com tantos petiscos saborosos no cardápio, ficou difícil decidir o que pedir, mas a Isa, que dá a vida por um escondidinho, foi direto no de carne seca. Quando chegou a cumbuca, ela já foi pensando qual seria o próximo pedido. Olho gordo que só ela. Na metade do escondidinho, já estava remando e teve que pedir ajuda... Pra acompanhar, foi de caipirinha de morango - que a deixou com as pernas bambas.



Um casal de amigos pediu casquinhas de siri de lamber os beiços e, nós, pedimos licença e tiramos uma foto para vocês verem.


Conforme o tempo foi passando o lugar foi enchendo e tomando ares de festa. Então se a proposta é curtir um clima mais tranquilo, anote a dica e vá cedo.


O total da conta, contando meus três chopps, deu 80 reais. Trinta reais foram de entrada (20 masculino e 10 feminino), o resto foi de comilança mesmo. Ah, a Isa tem uma reclamação a fazer: não gostou de ser permitido fumar dentro do bar...

14 de maio de 2010

Quixote

14 de maio de 2010 7
Hoje resolvemos aproveitar a nossa tarde livre (e o fato de o Henrique estar em Porto Alegre numa sexta-feira, OBA) para almoçar sem correria e dar uma esticadinha. Fomos para o bairro Moinhos de Vento, já que lá existem diversos lugares legais e depois rola dar aquela caminhada pelas ruas para fazer a digestão e olhar as lojas.

Tentamos ir no Bistrô do À La, onde dizem que tem um buffet de comidinha caseira bem bom, mas tava tããão atrolhado que a gente achou que teria vergonha de tirar fotos (somos blogueiros iniciantes e tímidos, hehe). Então demos uma caminhada e na mesma rua encontramos o Quixote Resto Bar. Já havíamos estado lá em outra ocasião, mas era de noite.


O lugar é bem charmoso, fica num casarão de dois andares e, por fora, é todo revestido daquelas plantinhas verdes, sabem? Respeitando a referência ao "Quijote", possui um estilo espanhol. Na porta, um quadro-negro dizendo “almoço executivo 16 reais”. Opa, tá pra nós!

Nesse valor, tava incluída a entrada, o prato principal, a sobremesa e um suco natural. Bem digno, né? Pra iniciar, veio um creme de aipim ao perfume de leite de coco. Bem gostosinho. Mas admito que tive que colocar um pouquinho de sal extra. Para tomar, limonada feita na hora.
Nessa fotinho ao lado, tô fazendo uma homenagem à um colega de infância, o João Paulo, que levava pro colégio uma cantina com suco de limão sem açúcar, e tomava sofrendo, fazendo careta. Quando a gente perguntava o porquê de ele não adoçar o suco, ele respondia “eu goooostcho”. O prato principal era fetuccine ao molho de ervas, acompanhado por um entrecot (ou filé de frango). Delícia! E numa quantidade ideal; nem pouco, nem muito. O único porém foi que salpicaram umas pimentinhas do reino, forte pra dedéu. Ouvi a mulher da mesa ao lado (hehe adoro conversas alheias) dizendo que passaria a tarde com azia por conta da pimenta.


Para finalizar, veio a sobremesa. Eu escolhi mousse de maracujá e o Henrique, de limão. No final, ele acabou comendo as duas, porque achei meio sem graça. Mas o melhor de tudo foi a conta, que deu R$ 35,00. Um ótimo preço levando em conta o que foi servido, o atendimento e o ambiente.

O Quixote fica na Praça Maurício Cardoso, esquina com a Félix da Cunha. A gente recomendja!

Atualização importante: ficamos sabendo hoje, 25/01/2011, que o Quixote fechou suas portas. Quem tiver mais informações pode postar nos comentários ;)

 
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